Mais um documentário sobre dívidas soberanas...
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A reboque da Alemanha...
E eis que de repente a Europa é de novo invadida... Mas desta vez silenciosamente...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Hoje, 25 de Abril
Ontem, comemorou-se o 37º aniversário da revolução dos cravos, que nos libertou de uma marcante ditadura política.
Foi um dia marcado por diversas declarações políticas alusivas à situação do país.
Ao contrário do que Miguel Relvas incentivou, não penso que seja a altura de perder tempo a "responsabilizar os incompetentes que nos levaram ao estado que estamos", porque se formos por aí teremos de responsabilizar muita gente... e gastar energias onde menos são necessárias neste momento.
Se houver coragem, quem quiser que assuma os seus erros, mas não se perca tempo a fazer mais um discurso de campanha.
O "entendimento interpartidário" que Mário Soares defende, desagrada a Pedro Passos Coelho que alerta para o facto de "a união nacional" não ser "desejada em Portugal nem pelos que têm memória da que já existiu nem daqueles que, com prudência, aprendem lições do passado".
Mas quando se ouve o discurso de Jorge Sampaio em que apela a que "as pessoas se entendam" e para que haja uma "democracia viva", faz-nos pensar no que realmente favorece os interesses nacionais e em quem estará disposto da despir a camisola do "clubismo" partidário em prol da pátria...
No entanto, hoje vivemos num clima pouco favorável no qual, segundo João Machado da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), "o regime tem de ser refundado, porque trouxe Portugal a este estado" devendo-se "aos políticos que tivemos nos últimos anos".
E para misturar ainda mais as ideias, surge Teresa Caeiro militante do CDS-PP e cabeça de lista por Lisboa, a apelar que Paulo Portas se assuma "total e completamente" como candidato a primeiro-ministro, justificando a sua ideia face à existência de "um responsável pela situação deplorável em que Portugal se encontra e a outro candidato, que é presidente do PSD, que não gera nem confiança nem segurança nos portugueses", quando este parecia ser um partido que estaria aberto a coligações...
Trinta e sete anos depois, luta-se contra uma ditadura económica devido a erros no passado de quem "não conseguiu durante 37 anos conciliar democracia com eficácia" (Guilherme Silva, Deputado PSD), podendo mesmo ser, segundo José Socrates, "a maior crise dos últimos 100 anos".
Mudança é a palavra de ordem, com Otelo Saraiva de Carvalho, um dos símbolos do 25 de Abril, a afirmar que é necessário uma "mudança de regime" e frisando que a já tão comum e elevada taxa de abstenção se deve ao facto de grande parte desta classe política já não convencer ninguém.
Hoje, o 25 de Abril deve servir de inspiração à nossa geração, para uma nova revolução.
A revolução da mentalidade do Povo Português!
Foi um dia marcado por diversas declarações políticas alusivas à situação do país.
Ao contrário do que Miguel Relvas incentivou, não penso que seja a altura de perder tempo a "responsabilizar os incompetentes que nos levaram ao estado que estamos", porque se formos por aí teremos de responsabilizar muita gente... e gastar energias onde menos são necessárias neste momento.
Se houver coragem, quem quiser que assuma os seus erros, mas não se perca tempo a fazer mais um discurso de campanha.
O "entendimento interpartidário" que Mário Soares defende, desagrada a Pedro Passos Coelho que alerta para o facto de "a união nacional" não ser "desejada em Portugal nem pelos que têm memória da que já existiu nem daqueles que, com prudência, aprendem lições do passado".
Mas quando se ouve o discurso de Jorge Sampaio em que apela a que "as pessoas se entendam" e para que haja uma "democracia viva", faz-nos pensar no que realmente favorece os interesses nacionais e em quem estará disposto da despir a camisola do "clubismo" partidário em prol da pátria...
No entanto, hoje vivemos num clima pouco favorável no qual, segundo João Machado da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), "o regime tem de ser refundado, porque trouxe Portugal a este estado" devendo-se "aos políticos que tivemos nos últimos anos".
E para misturar ainda mais as ideias, surge Teresa Caeiro militante do CDS-PP e cabeça de lista por Lisboa, a apelar que Paulo Portas se assuma "total e completamente" como candidato a primeiro-ministro, justificando a sua ideia face à existência de "um responsável pela situação deplorável em que Portugal se encontra e a outro candidato, que é presidente do PSD, que não gera nem confiança nem segurança nos portugueses", quando este parecia ser um partido que estaria aberto a coligações...
Trinta e sete anos depois, luta-se contra uma ditadura económica devido a erros no passado de quem "não conseguiu durante 37 anos conciliar democracia com eficácia" (Guilherme Silva, Deputado PSD), podendo mesmo ser, segundo José Socrates, "a maior crise dos últimos 100 anos".
Mudança é a palavra de ordem, com Otelo Saraiva de Carvalho, um dos símbolos do 25 de Abril, a afirmar que é necessário uma "mudança de regime" e frisando que a já tão comum e elevada taxa de abstenção se deve ao facto de grande parte desta classe política já não convencer ninguém.
Hoje, o 25 de Abril deve servir de inspiração à nossa geração, para uma nova revolução.
A revolução da mentalidade do Povo Português!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Escolha difícil...
Em vésperas de eleições, vemos-nos obrigados a recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e grande parte da população ainda não tem consciência das dificuldades que iremos atravessar.
A vinda do FMI vai obrigar a cortes "a direito", o que ainda vai enfraquecer mais a economia do pais com um consequente e inevitável aumento da taxa de desemprego deixando ainda mais à rasca a nossa "Geração à rasca".
Iremos assistir a um ainda maior fenómeno de emigração, do que dos anos 60-70.
A diferença entre as classes baixa e alta da sociedade será ainda mais acentuada.
Agora a pergunta é:
- Qual será o líder indicado a tomar rédeas do país e colocar-nos "de volta" à rota da prosperidade?
A vinda do FMI vai obrigar a cortes "a direito", o que ainda vai enfraquecer mais a economia do pais com um consequente e inevitável aumento da taxa de desemprego deixando ainda mais à rasca a nossa "Geração à rasca".
Iremos assistir a um ainda maior fenómeno de emigração, do que dos anos 60-70.
A diferença entre as classes baixa e alta da sociedade será ainda mais acentuada.
Agora a pergunta é:
- Qual será o líder indicado a tomar rédeas do país e colocar-nos "de volta" à rota da prosperidade?
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